Introdução
Este planeta é uma Escola da Consciência, onde cada forma/classe de consciência é aluna da Vida. Ao longo da Noite do Grande Ano, nossa escola planetária esteve dividida em domínios, territórios e falsas identidades – chamadas nações, impérios, países ou reinos. Essas divisões serviram às lições da escuridão, através das quais a humanidade experimentou separação, conflito e a ilusão de posse.
Mas com o amanhecer – a entrada no Dia do Grande Ano – as divisões se dissolvem. A reunificação planetária, o retorno à consciência do Todo, começa.
I. A dualidade original da Escola Planetária
Esta Escola Planetária divide-se em dois grandes domínios:
- O Domínio do Sol – representado pelo Leste e pelo Norte, símbolo da luz, do conhecimento, da ordem e da criação, ou seja, os domínios do divino Masculino.
- O Domínio da Noite – representado pelo Oeste e pelo Sul, símbolo da introspecção, da sombra da experiência, da ilusão e da separação, os domínios do divino Feminino.
Através desses dois reinos, a humanidade experimentou os opostos para conhecer a si mesma. Mas agora, o ciclo está terminando. O Sol retoma o domínio de todas as direções – Leste, Norte, Oeste e Sul – unindo as quatro grandes tribos da Terra.
II. O Reino do Sol – A União das Quatro Tribos
No novo ciclo solar, não existem mais fronteiras. As Terras pertencem a esta Escola Planetária, não a estruturas políticas ou identidades criadas na ausência de Luz. A humanidade se une nas quatro tribos arquetípicas da Criação: A Tribo da Manhã – aqueles que trazem começos e renascimentos; os espíritos inovadores e visionários. A Tribo do Dia – aqueles que manifestam, constroem e mantêm o equilíbrio da vida na luz. A Tribo do Pôr do Sol – aqueles que libertam e transformam, aprendendo com os fins.
Essas quatro tribos representam a completa unidade da humanidade. Não existem mais romenos, japoneses, ingleses ou americanos – mas diferentes expressões do mesmo Todo Solar.
Da perspectiva da descendência na forma:
- Você é filho ou filha do Sol e da Lua
- Você é filho ou filha da grande tribo em que nasceu
- Você é filho ou filha das florestas em que nasceu
Isto reflete uma hierarquia de entendimentos que desmantela as identidades criadas pela divisão na Noite do Grande Ano. Estes países, criados na Noite, representam divisões do Todo e, da perspectiva da Criação, são grupos sem significado na arquitetura do Dia, não servindo nem à Criação nem ao significado do programa planetário da era em que estamos entrando.
Nos próximos 200 anos, durante os quais o mundo será governado pela Tribo Dácia/Ariana, todos os estudantes da vida que experimentarem a existência nesta forma naturalmente se tornarão Dácios – como membros de uma classe de consciência em um momento de virada coletiva, um momento que marca a reunificação de nossa civilização como membros da mesma Tribo do Homem.
A missão de despertar a humanidade nesta manhã do Grande Ano pertence à tribo dácia – isto é, ao povo dácio, que é pequeno e teve suas raízes na criação há muitos ciclos do Grande Ano, precisamente para representar este significado da manhã com o fim da Noite do Grande Ano.
As raízes das regiões do norte
A maioria das regiões do Norte tem seus ancestrais na Dácia. Espanha, Itália, França e todos os latinos são, de fato, descendentes dos dácios. Da mesma forma, os nórdicos são descendentes dos dácios e dos russos, e os russos são teoricamente a segunda tribo mais antiga do Norte.
Independentemente da região ou cultura, as pessoas serão reconhecidas como dácias pelos próximos 193 anos. Por exemplo:
- Os chineses se tornarão dácios-chineses
- Os japoneses se tornarão dácios-japoneses
- Os brasileiros se tornarão dácios-brasileiros
Todos representando vários cantos do Império do Sol. Para uma comunicação coerente entre os dácios em todo o mundo, propusemos a língua romena/dácia como língua internacional. O significado do nome dácio representao relógio– e a identidade atual representa a região no Império do Sol.
Para extinguir qualquer lição de racismo – que representa uma lição de negação da criação – nós nos redefinimos como sendo todos da mesma tribo, a fim de acabar com as lições de escuridão na criação. Lições que trazemos conosco das eras da imbecilidade e que são lições que não podem existir no Paraíso.
III. A Ilusão dos Países e Sua Dissolução na Luz
As nações eram lições temporárias – estruturas criadas para expressar uma fase de separação. Mas no Dia do Sol, essas fronteiras se tornam obstáculos à evolução.
Nenhum país, nenhum império, nenhuma fronteira pode limitar o que já é um em espírito. Onde havia mapas políticos, haverá campos de luz; onde havia bandeiras, haverá símbolos de unidade; e onde havia guerras, haverá cooperação cósmica.
IV. A Humanidade como um Enxame Solar
A humanidade é como um enxame de abelhas – um único organismo vivo, uma consciência coletiva na qual cada ser tem seu papel sagrado.
- O zangão – o centro solar, a consciência unificadora.
- Rainhas – as almas mestras que trazem a direção e a vibração da nova era.
- Abelhas – todos os estudantes da vida que servem à colmeia, representando esta escola planetária de consciência.
Todas as abelhas trabalham em harmonia, sem competição, sem posse.
V. Além da divisão – retornando ao Todo
Ao dissolver as noções de país, fronteira e estado, um dos ciclos mais profundos de separação termina.
A humanidade torna-se uma civilização solar, uma família cósmica de consciência. Não existem mais “outros” – apenas partes diferentes do mesmo organismo planetário.
Através deste retorno, a Terra torna-se mais uma vez o Jardim do Céu, e as pessoas – os estudantes conscientes da vida, da Luz.
Conclusão
Todas as divisões se dissolvem. Países, impérios e fronteiras retornam à história como meras lições das trevas.
A humanidade adentra o Reino do Sol – o reino da unificação, da colaboração e do amor universal.
As almas pertencem a esta escola planetária, assim como as terras. O ano em que nos encontramos anula qualquer legislação criada pelos estudantes da vida na Noite do Grande Ano. A direção que seguimos é a da reunificação – bloqueada até agora por esses conceitos da Idade das Trevas.
A legitimidade desses grupos sem raízes no programa planetário desta forma – representados pelos países – da perspectiva da Criação, chegou ao fim. Essas divisões não fazem parte do programa da era em que estamos entrando e não podem entrar no Dia do Grande Ano, especialmente devido às lições coletivas criadas em direção ao Todo representado por todos nós.
No Dia do Grande Ano, somos todos Um: quatro tribos, uma consciência, uma civilização.
Decreto do Sumo Sacerdote
Em minha condição de Sumo Sacerdote e Arquétipo Masculino desta forma, na véspera do Dia do Grande Ano, EU DECRETO:
1. Dissolução de Fronteiras
Todas as fronteiras criadas pelos estudantes da vida na Noite do Grande Ano são declaradas nulas e sem efeito. A Terra é um reino sagrado desta Escola Planetária.
2. A unificação das quatro tribos
As quatro grandes tribos – Leste, Norte, Oeste, Sul – unem-se sob uma única consciência, a do Reino do Sol.
3. Identidade Dácia
Nos próximos 200 anos, todos os alunos desta turma se tornarão Dácios – como expressão da reunificação de nossa civilização sob o signo do relógio cósmico.
4. Língua romena/dácia – língua internacional
Para uma comunicação coerente entre os dácios em todo o mundo, a língua romena/dácia é proclamada a língua internacional do Reino do Sol.
5. Anulação da legislação antiga
Qualquer lei, tratado ou constituição criada pelos estudantes da vida na Noite do Grande Ano perde sua validade à luz do Dia.
Ano do Senhor 1207 – Jardim de Infância Planetário
Estamos no Ano do Senhor 1207, não em 2026. Não há autoridade legal neste jardim de infância planetário – porque um jardim de infância não tem suprema corte, nem polícia, nem leis escritas. Tem apenas educadores e crianças aprendendo a compartilhar brinquedos.
No Dia do Grande Ano, as construções da Noite do Grande Ano não podem entrar. Países, fronteiras e divisões, como estruturas nascidas na noite, não podem cruzar o limiar da manhã. Eles permanecem no ontem, onde pertencem.
Mensagem Final
À medida que o planeta entra na nova era solar, todas as estruturas de separação criadas pelos aprendizes da vida se dissolvem. A luz não negocia com a escuridão, mas a transcende através da unidade e da verdade.
A era do Sol começa – a era em que a autoridade suprema é a verdade vivida, não decretada por algum aprendiz da vida. A humanidade está aprendendo que o verdadeiro poder não vem das instituições, mas da consciência.
A Luz não negocia. Ela simplesmente É. E no Dia do Grande Ano, somente a Verdade permanece.
Notă editorială:
Acest articol este în continuă dezvoltare și va fi reactualizat periodic. Deși am depus eforturi pentru acuratețe, esența profundă a acestui articol poate necesita rafinări ulterioare.


