A essa guerra que continuamos sentindo na criação. A esse ódio e sentimento de ataque no nível da criação. Tudo porque, no arsenal da grande bruxa da criação, a noção de amor não existe há muitas épocas.
Neste momento, pergunto-me: se a Velha Senhora do Velho Homem não conhece o amor, então quem desempenha esse papel de amor neste planeta adormecido? Penso que talvez essa falta de compreensão do amor só possa gerar o seu oposto – isto é, neste caso de não-união divina, a guerra. Isso significa que a união teria trazido o amor planetário?
Lembro-me do que a Velha Senhora do Velho Homem disse em uma postagem: que ela retrocede o tempo e, pela importância dessa feitiçaria – que implicaria uma repetição de suas duas épocas até o próximo período de transição – faríamos o exame de passar pelo Inferno mais uma vez.
O que, de acordo com as leis da criação, significaria seis eras no purgatório para a grande bruxa, já que ela parece estar em sua última encarnação no dia do Grande Ano, devido à sua rebelião contra seu próprio papel na criação – um papel que, no dia do Grande Ano, era o oposto de seu papel na noite do Grande Ano.
É precisamente nesse sentido que temos na criação essa transição de sete anos através das épocas, para mediar a adaptação a níveis de consciência superiores ou inferiores. No entanto, temos desunião e rebelião em tal nível apenas na saída do Inferno (isto é, a noite do Grande Ano) e na entrada no Céu. Para onde essa rebelião nos leva, todos podemos ver.
Através do desalinhamento de uma mestra tão monumental com seu próprio papel na criação, compreendi que temos o oposto do alinhamento – isto é, a rebelião – que levou a um efeito planetário de caos na criação, devido à dualidade deste mundo representada por nossa divisão desde a noite do Grande Ano.
A Lei da Forma Humana diz algo assim, em minha tradução como uma “esquizofrênica mística” (um título oferecido pela Velha Senhora do Velho Homem): se o positivo e o negativo não se equilibram, toda a criação passa pelo processo de autodestruição. E dessa autodestruição, nasce outro significado na criação – especialmente no contexto em que o coletivo feminino (isto é, o negativo, o pilar da Lua) deve ser representado por alguém.
Isso significa que ou estamos jogando sem a Mestra nº 6 na criação, no dia do Grande Ano – o que seria hilário da perspectiva de uma mestra tão grandiosa, ser bloqueada na criação por suas próprias lições do Inferno – ou que a Mestra nº 6 desempenhará seu papel mais tarde, como resultado deste jogo.
O que também adiciona um ciúme implícito a esse pensamento, na visão da Velha, além desse sentimento de guerra que ela sente em relação ao Velho. Assim, como lições, temos lições incompreendidas na criação: a lição do poder, do amor, da guerra, do ciúme, da traição, do roubo, da zombaria, da devassidão, da própria criação. E a incompreensão dessas lições nos leva a este caos planetário – porque essas lições da criação jamais serão aprendidas?
Será que a perspectiva da guerra a partir do Inferno no Céu representa o amor? Resta saber. Mas os dilemas da criação são importantes, especialmente quando penso no significado da grande bruxa da criação, nela, em seus domínios e em seus seguidores, que se encontram no amanhecer do dia do Grande Ano – um amanhecer que, obviamente, vem do Leste e do Norte e iluminará e dissipará essa névoa planetária sobre seus antigos domínios, independentemente de tudo.
A rebelião tem sido espiritualmente educativa, especialmente quando se começa a entender a natureza das lições dos alunos desta forma através da perspectiva das lições abertas pelo Coelho Branco, que se refletem em suas lições: mentiras, fuga, traição, zombaria, decadência – que, aparentemente, acabaram sendo “filhinhos da mamãe”, isto é, da Velha Senhora. Criação. Grandes guerreiros, influenciados pelas crenças da grande bruxa, que por duas épocas acreditou que não havia nada superior a ela na criação e que ninguém poderia exigir responsabilidade por seus atos. O que era correto. Mas essa ilusão foi de certa forma abalada em 2019 e, de então até agora, vem se dissipando dia após dia, a cada lição criada pela Velha Senhora do Velho Homem por meio de sua desobediência. O que nos traz de volta a este caos planetário. Tanta guerra e ódio, tanta inveja, porque a Velha Senhora do Velho Homem desconhece os segredos da reverência, do significado da criação. Ou, provavelmente, ela não entendeu que é prisioneira de guerra com livre arbítrio na criação.
A noite se fechou e não retornará por mais seis épocas, e esse caos na criação só pode continuar na luz através da ordem – que nasce da autodestruição do caos.
Como essa história termina – a batalha entre a escuridão deste mundo e a luz deste mundo no Céu – é previsível.
Especialmente quando se entende que a manhã amanheceu, e Tia Yin – aquela que reina nos territórios do Oeste e do Sul – não é a mestra dentro desta escola planetária, mas apenas uma humilde serva do Sol, que alcançou o fim de seu mandato ao entrar no Reino do Sol, onde ela se curva diante de seu Sol, a fim de desempenhar seu significado oposto na criação, de acordo com a hora do grande ano.
Para os estudantes desta forma, a pergunta permanece: Quo vadis?
Em direção à autodestruição, junto com as formas sombrias da noite do Grande Ano?
Ou em direção à luz e a um significado na criação?
Afinal, quem desempenha o papel do amor neste planeta?
Talvez a resposta seja dolorosamente simples: ninguém. Não porque o amor não exista, mas porque aqueles que deveriam representá-lo o esqueceram. E num mundo onde ninguém mais representa o amor, a guerra torna-se o único espetáculo que resta.
Notas editoriais:
Este artigo é um documento vivo em constante desenvolvimento. Embora a tradução automática proporcione acessibilidade, conceitos com nuances podem exigir a consulta da versão original em romeno/dácio para total precisão





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